Justa Homenagem
Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, mais conhecido como Tom Jobim, nasceu no Rio de Janeiro no dia 25 de Janeiro de 1927. Compositor, cantor, maestro, pianista, arranjador e violinista. Tom é considerado o maior expoente de todos os tempos da música brasileira pela revista Rolling Stone e foi um dos criadores do movimento da bossa nova (...)
“Toda vez que Tom abriu o
piano, o mundo melhorou.” A frase, do jornalista Ruy Castro, resume a
importância de Tom Jobim para a música – não só brasileira – e também para o
mundo. Pelo seu legado, ele foi escolhido para ser o homenageado do
24º Prêmio da Música Brasileira.
Jobim sempre quiser ser
músico. Começou como pianista, tocando em bares e boates de Copacabana. O
trabalhado lhe rendeu um emprego com arranjador da gravadora Continental,
quando começou a compor: a primeira música foi uma parceria com Newton
Mendonça. Vinícius de Moraes foi um dos maiores parceiros, uma história
que começou em 1956, quando ele musicou “Orfeu da Conceição”. Junto com
João Gilberto, Jobim foi um dos criadores da Bossa Nova. Quando João
Gilberto lançou, em 1959, “Chega de Saudade”, com arranjo e direção musical de
Tom, o mundo mudou.
Sua obra, vastíssima, é uma
lista de clássicos: “Tereza da Praia”, “Garota de Ipanema”, “Se Todos Fossem
Iguais a Você”, “Dindi”, “A Felicidade”, “Águas de Março”, “Luiza”,
“Borzeguim”. Fez sucesso no mundo inteiro, mas sempre brasileiro até no nome:
Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim. Amava a natureza assim como seus
parceiros. E dizia: "Gosto de colaborar com quem eu amo: Vinícius,
Chico Buarque, João Gilberto, Newton Mendonça”. Seu último álbum, Antônio
Brasileiro, foi lançado em 1994. No mesmo ano, Tom Jobim morreu de parada
cardíaca.